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Fuga de detentos: RC lamenta ‘terrorismo político’ e garante que não há motivos para pânico


O governador Ricardo Coutinho (PSB) lamentou nesta segunda-feira (10) o “terrorismo político” promovido após a fuga de mais de 100 presidiários da Penitenciária de Segurança Máxima Romeu Gonçalves Abrantes, o PB1, em Jacarapé. Ele destacou que mais de 40 detentos já foram capturados e assegurou que não há motivos para pânico.

“Não há motivo para pânico, a não ser a exploração barata, eleitoreira, o que é natural. O que me chama atenção é que alguns que estão fazendo esse tipo de exploração não demonstraram nenhuma indignação ao perceber que havia gente do crime organizado em gabinete de prefeito. Eu estou cobrando que eles digam alguma coisa para acalmar a população”, disse.

O chefe do executivo estadual afirmou também que o ataque registrado na madrugada de hoje não teria como ser evitado e observou que as polícias são proibidas de utilizar armamentos usados pelos bandidos na ação de hoje.

“Foi um ataque de uma organização criminosa utilizando recursos do terrorismo, utilizando armas que as polícias são proibidas de ter e que comumente estão nas mãos de organizações criminosas. O ataque foi feito para resgatar chefes da Okaida, inter-relacionadas com o PCC. A polícia continua trabalhando para desarticular o crime organizado na Paraíba. Não tem como saber como algo parecido pode ocorrer. A inteligência nos órgãos é trabalhada diuturnamente. Tem coisas que podem ser evitadas, mas têm coisas que não são possíveis evitar, como o que ocorreu hoje. Nenhum aparelho estatal estaria livre para evitar uma situação como essa, com todo o aparelhamento utilizado”, argumentou.

Ele ainda tratou de desmentir boatos espalhados em redes sociais de que os bandidos teriam invadido Unidades de Pronto Antendimento.

“Alguns oportunismos proliferam coisas que não ocorreram, como a UPA, que foi bem explorada em mídias sociais. Lá foram agentes do estado descaracterizados porque estava todo mundo na rua, se alguém compactua com o crime organizado, não é no meu governo, o restante é exploração barata feita por quem cala ou quem tem relações pouco esclarecidas”, esclareceu.

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